Seja Seu Prórpio Guia!
sábado, 28 de maio de 2011
MANTRA DO DIA:QUEM NUNCA ERROU QUE ATIRE A PRIMEIRA PEDRA...
PRECE INDÍGENA
Diz uma prece indígena: "Deixem-me seguir as pegadas do meu inimigo por três semanas, carregar o mesmo fardo e passar pelas mesmas provações que ele, antes de dizer uma só palavra de desaprovação à sua conduta".
São palavras que encerram uma profunda sabedoria. Julgar o procedimento alheio, sem antes procurarmos entender os motivos que o levaram a agir assim, é o caminho mais fácil, porém é também o que mais nos leva a cometer injustiças.
Sempre esperamos que os outros entendam nossas motivações e quando não o fazem nos sentimos injustiçados.
Mas será que nós procuramos sempre entender as razões alheias? Será que, ao menos por um instante, seríamos capazes de tentar imaginar como agiríamos se estivéssemos no lugar da outra pessoa?
Poucos de nós ao menos tentam.
Mas, a maioria de nós não hesita em desaprovar tudo que esteja contrariando aquilo que considera "certo".
Experimente, ao menos uma vez, carregar o fardo do inimigo.
NAMASTÊ,
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Desapego a Vaidade.
Por Cacau Peres
Muitos praticantes ficam frustrados quando constatam que não conseguem executar todos os asanas do Yoga. E, mediante essa dificuldade, se “jogam” na prática, levando o corpo a movimentos extremos, na intenção de um dia “fecharem” determinado asana. Essa atitude merece reflexão, pois qual o objetivo final do Yoga? Por que, afinal, praticamos asanas? Seria a intenção final da prática somente colocar o pé na cabeça?
Asanas são muito mais que práticas físicas. As posturas finais não devem ser o objetivo final do praticante. Mais importante é estar presente; “atenção na ação”. Pedro Kupfer diz: “O propósito é descobrir a inteligência que está escondida no corpo, a consciência que está escondida no corpo; este é o ponto de partida para poder achar a verdadeira identidade.”
Miguel Homem, professor de Yoga, diz: “A prática de asana é uma oportunidade para exercitar a consciência de Sakshi (consciência testemunha). Sakshi assume a posição daquele que contempla, observa sem se identificar, sem se deixar levar. Observa a ação, a execução dos asanas, sem deixar que o fluxo do pensamento e das emoções sejam levados inconscientemente pelo decorrer da prática. Mantém-se lúcido, onisciente e onipresente do seu corpo, da sua energia, das suas emoções e pensamentos. Atento, sem julgar e sem criticar. Atento para conhecer, para ampliar a consciência de si mesmo. E é nesse ampliar diário de consciência que se conquista o samadhi”.
Resumindo: não force seu corpo para além do que ele permite dar a você. Faça do asana um meio para chegar à meditação, esqueça o ego gritando para que execute as posturas como seu colega no tapetinho ao lado. Lembre-se que seu corpo precisa de ahimsa (não violência). Não por acaso os yamas e niyamas (princípios éticos-morais com você, o outro e a natureza) aparecem no Ashtanga Yoga de Patañjali (obra básica do Yoga com cerca de 2.000 anos) mesmo antes dos asanas. Reflita. E se seu joelho não toca o chão quando tenta executar padmasana, por exemplo, respeite os limites de seu corpo. Use bloquinhos sob os joelhos e embarque na plenitude da execução do asana!
*Agradecimentos a Pedro Kupfer e Miguel Homem. www.yoga.pro.br.
Artigo extraído do site http://yogajournal.terra.com.br
Crianças, tentem isso em casa! ;)
YOGA PARA ACORDAR
A saudação ao sol vai lhe trazer equilíbrio e energia. Faça o movimento pela manhã e tenha um bom dia!
A saudação ao sol vai lhe trazer equilíbrio e energia. Faça o movimento pela manhã e tenha um bom dia!
domingo, 22 de maio de 2011
Vamos limpar o Coração?
Exercício da COMPAIXÃO
Este exercício pode ser feito em qualquer lugar onde existem pessoas reunidas (aeroportos, shoppings, parques, praia, etc.)
Pode praticar com pessoas estranhas, discretamente, a certa distância. Execute os cinco passos com a mesma pessoa.
Deixe um tempo entre cada afirmação.
Perceba como se sente ao olhar para uma pessoa - que sentimentos, ou pensamentos, lhe ocorrem. O que você faria se tivesse liberdade, neste momento, em relação a esta pessoa? A abraçaria? A empurraria? Lhe seria totalmente indiferente?
Agora siga os passos abaixo. A cada passo perceba se mudou a sua percepção.
Não se acanhe. Escreva os passos e pratique - você também pode usar o exercício com pessoas da sua família, do seu emprego, ou das suas relações.
Passo 1: Com a atenção voltada para a pessoa, repita para si mesmo: "Assim como eu, esta pessoa está buscando felicidade para sua vida."
Passo 2: Com a atenção voltada para a pessoa, repita para si mesmo: "Assim como eu, esta pessoa está tentando evitar sofrimento em sua vida."
Passo 3: Com a atenção voltada para a pessoa, repita para si mesmo: "Assim como eu, esta pessoa tem conhecido tristeza, solidão e desespero."
Passo 4: Com a atenção voltada para a pessoa, repita para si mesmo: "Assim como eu, esta pessoa está buscando satisfazer suas necessidades."
Passo 5: Com a atenção voltada para a pessoa, repita para si mesmo: "Assim como eu, esta pessoa está aprendendo sobre a sua vida."
Passo 1: Com a atenção voltada para a pessoa, repita para si mesmo: "Assim como eu, esta pessoa está buscando felicidade para sua vida."
Passo 2: Com a atenção voltada para a pessoa, repita para si mesmo: "Assim como eu, esta pessoa está tentando evitar sofrimento em sua vida."
Passo 3: Com a atenção voltada para a pessoa, repita para si mesmo: "Assim como eu, esta pessoa tem conhecido tristeza, solidão e desespero."
Passo 4: Com a atenção voltada para a pessoa, repita para si mesmo: "Assim como eu, esta pessoa está buscando satisfazer suas necessidades."
Passo 5: Com a atenção voltada para a pessoa, repita para si mesmo: "Assim como eu, esta pessoa está aprendendo sobre a sua vida."
Autor: Harry Palmer
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Você já ouviu alguma vez falar de livre-arbítrio?
Livre-arbítrio quer dizer livre escolha, livre opção.
Em todas as situações da vida, sempre temos duas ou mais possibilidades para escolher.
E a cada momento a vida nos exige decisão. Sempre temos que optar entre uma ou outra atitude.
Desde que abrimos os olhos, pela manhã, estamos optando entre uma atitude ou outra.
Ao ouvir o despertador, podemos escolher entre abrir a boca para lamentar
por não ser nosso dia de folga ou para agradecer
a Deus por mais um dia de oportunidades, no corpo físico.
Ao encontrarmos o nosso familiar que acaba de se levantar, podemos resmungar qualquer coisa,
ficar calado, ou desejar, do fundo da alma, um bom dia.
Quando chegamos ao local de trabalho, podemos optar entre ficar de bem com todos
ou buscar o isolamento, ou, ainda, contaminar o ambiente com mau humor.
Conta um médico, que trata de pacientes com câncer, que as atitudes
das pessoas variam muito, mesmo em situações parecidas.
Diz ele que duas de suas pacientes, quase da mesma idade, tiveram que extirpar
um seio por causa da doença. Uma delas ficou feliz por continuar viva
e poder brincar com os netos, a outra optou por lamentar pelo seio que havia perdido,
embora também tivesse os netos para se distrair.
Quando alguém o ofende, você pode escolher por revidar, calar-se ou oferecer
o tratamento oposto. A decisão sempre é sua.
O que vale ressaltar é que todas as ações terão uma reação correspondente,
como conseqüência. E essa ação é de nossa total responsabilidade.
Jesus ensinou que a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.
Pois bem, nós estamos semeando e colhendo o tempo todo. Se semeamos sementes de flores,
colhemos flores; se plantamos espinheiros, colheremos espinhos. Não há outra saída.
Mas o que importa mesmo é saber que a opção é nossa. Somos livres para escolher,
antes de semear. Aí é que está a justiça divina.
Mesmo as semeaduras que demoram bastante tempo para germinar,
um dia terão seus frutos. São aqueles atos praticados no anonimato, na surdina,
que aparentemente ficam impunes. Um dia eles aparecerão e reclamarão colheita.
Igualmente, os atos de renúncia, de tolerância, de benevolência, que tantas vezes parecem
não dar resultados, um dia florescerão e darão bons frutos e perfume agradável.
É só deixar nas mãos do jardineiro divino, a quem chamamos de Criador.
A hora seguinte será o reflexo da hora atual.
O dia de amanhã trará os resultados do dia de hoje.
É assim que vamos construindo a nossa felicidade ou a nossa desdita,
de acordo com a nossa livre escolha, com nosso livre-arbítrio.
(Autor Desconhecido)
Yoga: nem malhação nem religião
O ioga já foi moda entre místicos e malhadores. Agora, uma nova safra de livros conta como os ocidentais transformaram a prática indiana em ferramenta laica de bem-estar existencial
Marcela Buscato
Á VONTADE
A apresentadora Cynthia Howlett durante a prática de vinyasa ioga. Cynthia diz que a aula ajuda
a desligar da vida corrida
A apresentadora Cynthia Howlett durante a prática de vinyasa ioga. Cynthia diz que a aula ajuda
a desligar da vida corrida
A mistura de técnicas de respiração e alongamento, criada há mais de 5 mil anos na Índia com o objetivo de preparar o corpo e a mente para atingir estados transcendentais, revelou sentimentos sufocados por Claire: a mágoa com o marido, que só se preocupava com as contas da casa, o incômodo com a proximidade da família e dos amigos, que exigiam que ela fosse a mãe perfeita, o ressentimento com a separação dos pais durante a infância. Melhor ainda, a prática rotineira das posturas e da respiração ajudou a escritora a superar esses problemas. É essa transformação por meio do ioga que Claire relata no livro recém-lançado nos Estados Unidos Poser: my life in twenty-three yoga poses (Minha vida em 23 posturas de ioga). Deverá chegar ao Brasil em maio, pela editora Sextante. Nele, Claire conta como cada exercício ajudou a decifrar um de seus sentimentos – sem que o ioga tenha proporcionado qualquer iluminação sobrenatural. “Como a prática exige concentração na respiração e nos movimentos, as pessoas aprendem a prestar atenção nelas mesmas”, diz Angela Alves, professora da escola Pratique Yoga, em São Paulo. Parece banal, tão corriqueiro quanto respirar, mas, na agitação do dia a dia, esse tipo de autopercepção passa ao largo.
Claire é apenas mais uma integrante da geração que resolveu estender o tapete de ioga (mat) ou se pendurar nas cordas para se conhecer. Para esses exploradores, pouco importa a modalidade de ioga: ashtanga (prima pela movimentação quase ininterrupta), iyengar (usa cordas e outros materiais para facilitar a execução dos exercícios), hatha (privilegia posturas), haja (enfatiza a meditação). Todas elas exigem mexer o corpo e exercitar a mente. E propiciam, com esse aprendizado, alguma forma de conforto e autoconhecimento. “Eu entro na aula Bin Laden e saio Dalai-Lama”, diz a enfermeira paulistana Ana Palmieri, de 46 anos, que pratica hatha ioga há quatro anos.
NOVO OLHAR
A artista plástica Soraya Lucato executa postura de hatha ioga. Com as aulas, ela percebeu que tinha de parar de fumar e mudar de emprego
A artista plástica Soraya Lucato executa postura de hatha ioga. Com as aulas, ela percebeu que tinha de parar de fumar e mudar de emprego
Nos últimos dez anos, no embalo de estudos científicos que mostram os efeitos da ioga sobre o cérebro e o organismo, a prática se tornou menos do que uma filosofia e mais do que uma atividade física. Encontrou um novo centro entre Beatles e Madonna. “Hoje, os praticantes não estão em uma busca espiritual nem querem apenas um corpo perfeito”, diz Shakti Leal, coordenadora do Espaço Nirvana, estúdio de ioga no Rio de Janeiro. “Eles querem o bem-estar da mente.” O componente espiritual da ioga se transmutou no Ocidente em satisfação. “Com a separação entre ciência e religião em nossa sociedade, cuidar do corpo e da mente ganhou um significado semelhante ao de cuidar do espírito”, afirma o antropólogo Silas Guerriero, pesquisador de ciências da religião da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
A ciência começa a explicar por que praticantes de ioga narram sensações de conforto físico e mental. Os pesquisadores submeteram adeptos a exames que medem a atividade elétrica do cérebro e descobriram que a calma e a clareza de ideias relatadas pelos alunos se devem aos efeitos da ioga sobre a atividade dos neurônios. Ao centrar a atenção em nossa respiração e nos mantras, mandamos para o cérebro a mensagem de que ele pode desacelerar. Com isso, aumentam as ondas cerebrais do tipo alfa, associadas ao estado de atenção relaxada. É o suficiente para manter nosso raciocínio afiado, mas sem aumentar a ansiedade. Em novembro, cientistas americanos anunciaram a descoberta de mais um mecanismo de atuação da ioga sobre o bem-estar. A equipe do neurologista Chris Streeter, da Escola de Medicina da Universidade Boston, constatou que o cérebro de praticantes tinha quantidade maior de uma substância relacionada a baixos níveis de ansiedade. A divulgação desse tipo de estudo teve um papel importante para consolidar a ioga como algo mais do que uma crença ou um simples exercício. “As pesquisas s estão ajudando a desmistificar a ioga”, diz o psicofisiologista Marcello Árias Dias Danucalov, que estuda os efeitos da prática sobre o cérebro. “As pessoas entenderam que a ioga é autoconhecimento sem misticismo.”
Estudos científicos recentes mostram que a ioga ajuda a diminuir a ansiedade ao alterar a química do cérebro
Fã de corrida, natação e ciclismo, a apresentadora Cynthia Howlett, de 33 anos, deixa o tênis, a piscina e a bicicleta de lado para se alongar nas cordas ao menos duas vezes por semana. “A ioga é o momento que eu tenho para me acalmar”, diz. Praticante há dez anos, Cynthia havia dado um tempo nas aulas para se dedicar à dança e a outras atividades. Mas voltou há dois meses porque sentia falta da “onda” que a ioga proporciona. “Eu me desligo das preocupações da minha vida, que é muito corrida”, diz Cynthia, casada com o ator Eduardo Moscovis, mãe de Manuela, de 3 anos, apresentadora do canal GNT e estudante do 2o ano de nutrição, sua terceira faculdade (ela é formada em Direito e jornalismo).
DESCOBERTA
A escritora americana Claire Dederer. Ela descobriu na aula de ioga seus conflitos pessoais
A escritora americana Claire Dederer. Ela descobriu na aula de ioga seus conflitos pessoais
A jornalista americana Elizabeth Gilbert decidiu que era hora de se conhecer depois de enfrentar o divórcio. Viajou por Itália e Indonésia, com direito a uma parada na Índia, para meditar em um ashram. A jornada de autoconhecimento rendeu o livro Comer, rezar, amar (Editora Objetiva), publicado em 2006. Campeão de vendas, virou no ano passado um filme de mesmo nome com a atriz Julia Roberts no papel de Liz. A britânica Lucy Edge escolheu o mesmo caminho da colega americana. Deixou uma carreira bem-sucedida em publicidade para se aventurar por ashrams. Suas descobertas na ioga já renderam dois livros: Yoga school dropout (algo como Fora da escola de ioga), publicado em 2004, e The handbag and wellies yoga club (Clube da ioga de maleta e galochas), lançado em 2009. A última a enveredar pelos mantras indianos foi a escritora Dani Shapiro. No ano passado, ela lançou no mercado americano o livro Devotion (Devoção) , em que conta como a ioga e outras filosofias ajudaram a dar sentido a seus momentos difíceis.
A artista plástica Soraya Lucato, de 41 anos, não precisou ir até a Índia para mudar sua vida. A transformação aconteceu gradualmente, ao longo de sete anos, em um estúdio de ioga, em São Paulo. Soraya, então gerente de projetos culturais em uma empresa multinacional, vivia estressada. Decidiu praticar ioga pela manhã para que a calma conseguida na aula durasse o dia todo. “Eu passei a me entender”, diz Soraya. “Percebi que precisava pensar mais em mim e menos nas situações que me estressavam.” Foi assim que parou de fumar. Há dois anos, ela praticava uma técnica de respiração, quando se deu conta de que fumava porque era o momento que tinha, no agito do cotidiano, para respirar. “Nunca mais coloquei um cigarro na boca depois daquele dia”, afirma.
No ano passado, inspirada pelas percepções obtidas na prática da ioga, ela tomou uma decisão mais radical. Pediu demissão do emprego e partiu para fazer um curso de especialização em artes na França. No próximo mês, Soraya vai inaugurar seu novo estúdio, onde ensinará adultos e crianças a lidar com estresse por meio da pintura. O insight não aconteceu durante uma postura específica, como a americana Claire relata em vários episódios de seu livro (leia o quadro abaixo). Soraya diz que a ioga mudou aos poucos sua forma de pensar: “Quando entoo mantras, é como se eu liberasse espaço no meu cérebro para entender o que quero de verdade na vida e o que está me incomodando”.
Mesmo os adeptos da ioga em sua forma tradicional – como Pedro Kupfer, um dos fundadores da Aliança do Yoga, organização que reúne instrutores da prática – reconhecem que a filosofia admite múltiplas interpretações. “Algumas formas de ioga pedem a mesma fé que a religião exige. Outras pedem que a pessoa compreenda quem ela é sem apelar a nenhum tipo de crença”, diz ele. “Essa flexibilidade torna a ioga muito versátil e atraente nos dias atuais, quando algumas das grandes religiões parecem ter perdido a força e as pessoas não se contentam nem se preenchem com o materialismo nem com o humanismo.” A jornalista americana Stefanie Syman, autora do livro Subtle body (algo como Corpo hábil), em que conta como a prática indiana foi adaptada ao pensamento ocidental, diz que a transformação da ioga em uma atividade inteiramente secular não é ruim. “O que importa é que as pessoas podem se beneficiar da ioga ao reduzirem seu nível de estresse.”
Talvez o segredo da ioga para conquistar praticantes de perfis tão diversos seja justamente sua característica multifacetada. “A ioga atinge diferentes níveis: corpo, mente e espírito”, diz Camila Ferreira-Vorkapic, pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que estuda os efeitos psicológicos da prática. “Cada pessoa escolhe qual aspecto quer desenvolver.” Para a escritora americana Claire, é o mistério que encanta na ioga. “É algo que você faz com seu corpo, mas cujo efeito se propaga para todas as áreas da vida”, diz. “Aprendi lições incontestáveis sobre como viver.”
terça-feira, 17 de maio de 2011
MORTE DE BIN LADEN: UMA VISÃO ESPIRITA
Recebi este e-mail hoje e com certeza consegui achar um texto que conseguisse organizar meu pensamento e sentimento com relação a esta situação.
O MUNDO ESTÁ MELHOR SEM BIN LADEN?
por Wellington Balbo
por Wellington Balbo
"A morte de Osama Bin Laden é apenas uma pequena amostra da ilusão que o ódio pode ocasionar na criatura humana. Integrantes da família universal podem, quando revestidos de sentimentos menos felizes, considerarem-se ferrenhos inimigos, como no caso em questão. Lamentável, pois, as atitudes dos terroristas que se voltam contra os EUA, como também é lamentável a felicidade com ares de vitória da terra do Tio Sam pela morte de Bin Laden. Em ocasiões assim não há vencedores. Todos perdem.
Interessante que o desconhecimento das leis que regem a vida faz com que até mesmo figuras inteligentes percam-se em devaneios. Explico melhor:
André Trigueiro, jornalista da Globo News, no programa em que apresenta questionou renomado professor de História Contemporânea se o mundo ficaria melhor com a morte de Bin Laden. O acadêmico, impetuosamente respondeu: Obviamente que sim!
Certamente o professor desconhece que despojado do invólucro de carne Bin Laden não perdeu sua ira. Ele não sumiu, apenas está sem o corpo físico. Não vejo, então, qual a melhora efetiva do mundo sem a presença física do terrorista. O mundo estaria melhor se ele tivesse mudado suas disposições íntimas, regenerando-se. Sabemos que nada disso ocorreu, portanto...
Vale destacar também que o sentimento de pseudo-alegria de uma nação pela morte de alguém que os tem como inimigos somente acirra os ânimos exaltados de alguns fanáticos, fazendo a perpetuação do ódio e da vingança.
A morte do corpo não significa a morte do sentimento ou da individualidade. Continuamos existindo e atuando em consonância com nossos propósitos e objetivos. E as vibrações destemperadas de alguns encarnados atingem em cheio o objeto de suas doentias emanações mentais.
Portanto, fácil concluir que desprovido do corpo Bin Laden continuará atuando.
Por isso recomenda-se o perdão das ofensas, para que as contendas não se transformem em ardilosos e nefastos processos de obsessão que perduram por tempo indeterminado, até que as partes envolvidas disponham-se a aparar arestas. É fácil perdoar, simples, passe de mágica? Todos sabemos que não. O perdão é uma construção daquele que busca estar em paz consigo e sua consciência. Muitos dizem: Mas como perdoar? Como conceder o benefício do perdão a um terrorista ou a alguém que tirou a vida de uma pessoa que eu amo? Primeiro é preciso compreender que o perdão beneficia quem o concede, porquanto o livra das correntes do ódio e da vingança.
Aliás, a vingança é claro sinal de inferioridade. Conforme consta em O evangelho segundo na elucidativa mensagem de Júlio Olivier que transcrevemos parcialmente:
A vingança é um dos últimos remanescentes dos costumes bárbaros que tendem a desaparecer dentre os homens. E, como o duelo, um dos derradeiros vestígios dos hábitos selvagens sob cujos guantes se debatia a Humanidade, no começo da era cristã, razão por que a vingança constitui indício certo do estado de atraso dos homens que a ela se dão e dos Espíritos que ainda as inspirem.
Se buscamos seguir Jesus é inconcebível que vibremos com a desdita do outro. Se não é possível perdoar, ao menos não alimentemos a vingança. Se o perdão se faz impossível e nosso coração ainda não é brando o suficiente para concedê-lo, que ao menos não cogitemos de prejudicar quem quer que seja.
Por essas e outras é que discordamos com veemência do professor que concedeu entrevista ao André Trigueiro.
O mundo não está melhor nem pior sem a presença de Bin Laden.
O mundo só estará melhor quando aprendermos a perdoar e o mundo só será o ideal quando aprendermos, de fato, a amar. Assim, nada de perdão, porquanto não estaremos mais no primitivo estágio de causar dano ao outro.
Reflitamos com gravidade nesse momento e analisemos nossa postura como espiritualistas. O ódio não combina com aqueles que pretendem seguir Jesus.
Pensemos nisso."
Wellington Balbo é autor do livro "Lições da História Humana", síntese biográfica de vultos da História, à luz do pensamento espírita, palestrante e dirigente espírita no Centro Espírita Joana D´Arc, em Bauru.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Lua de Wesak - Dia 17 de Maio de 2011
O festival de Wesak - Também conhecido como o Festival da Iluminação é o Festival de Buda, o intermediário entre o Centro Espiritual mais elevado, Shambala, e a hierarquia. Buda personifica a expressão da Sabedoria de Deus, da Luz, é Indicador do Propósito Divino. É o grande Festival do Oriente e um dos mais importantes festivais da Lua Cheia. Este Festival ocorre quando o Sol está no signo de Touro. Wesak é uma festa da libertação do despertar e da transfiguração, a jornada de volta ao lar. Promove uma ponte entre a humanidade e espiritualidade, e o equilíbrio entre o Eu Inferior e Superior.
A Lua na Astrologia significa o inconsciente, o porão, como também, nossa ligação com o passado e emoções, quer sejam boas ou ruins. É através do signo lunar que descobrimos como reagimos frente às circunstâncias da vida, emocionalmente. Quando o grande luminar, o Sol, ilumina plenamente a Lua, é um indicativo de um alinhamento livre entre nosso Planeta - o Sol - e o "Centro Solar" a fonte de energia de toda nossa terra, e neste momento podemos iluminar as sombras.
Nesta fase de Plenilúnio podemos fazer uma aproximação mais definida com Deus e o Amor, Poder e Sabedoria, centralizados em nosso coração, representados pela chama trina que fica em evidência quando meditamos. É positivo que em toda Lua Cheia, pudéssemos nos alinhar com as forças cósmicas superiores através de nossos Mestres e anjos, como também da hierarquia da grande Fraternidade Branca, a fim de entrarmos em contato com a essência deste evento mensal.
Por isso, aproveite este momento para meditar, sozinha ou em grupo, e peça que a nova energia chegue até você e transforme sua vida positivamente. “Intencione a liberação de qualquer resistência a se tornar quem você verdadeiramente é – magnífica(o), poderosa(o), bela(o), magnânima(o), amorosa(o), eterna(o), sábia(o), infinita(o), compassiva(o), alegre, inspirada(o), inspirador(a). Engraçado como ainda resistimos a tudo isso”.Foque naquilo que criaria para a sua vida se não houvesse nenhuma limitação. “Depois coloque sua intenção para criar justamente isso! Porque, quando somos quem verdadeiramente somos, não há limitações”.
Mantra da Paz!
OM SAHANA VAVATHU / SAHANAU BHUNAKTHU / SAHA VIRYAM KARAVAVAHAI / TEJAS VINAAVADHITAMASTU / MAA VIDVISAAVAHAI / OM SHANTI SHANTI SHANTIH
"Que estejamos protegidos e unidos / Que todos estejamos nutridos e unidos / Que possamos trabalhar juntos, unindo nossas forças pelo bem da humanidade / Que nosso saber seja luminoso e realizador / Que não exista inimizade entre nós // Om que haja paz, paz, paz".
"Que estejamos protegidos e unidos / Que todos estejamos nutridos e unidos / Que possamos trabalhar juntos, unindo nossas forças pelo bem da humanidade / Que nosso saber seja luminoso e realizador / Que não exista inimizade entre nós // Om que haja paz, paz, paz".
domingo, 15 de maio de 2011
Amor e Dever - O Caminho da Perfeição
Se você deseja paz e alegria, você deve viver no amor.
Somente através do amor, você encontrará paz interior.
Somente através do amor, você encontrará a verdadeira alegria.
O amor floresce através das ações de dar e perdoar.
Desenvolva o seu amor.
Mergulhe no amor.
Essas palavras de Sai são uma torrente de amor fluindo para você.
“Gayatri Mantra”
Provavelmente o mais representativo de todos os mantras hindus é o famoso “Gayatri Mantra”:
O mantra Gayatri é considerado o mais universal de todos os mantras hindus, e invoca o universal Brahman como um princípio de conhecimento e iluminação do Sol primordial, mas somente em seu aspecto feminino. Muitos hindus, até os dias de hoje, seguindo uma tradição que permanece viva por pelo menos 5.000 anos, o recitam enquanto realizam abluções matinais às margens de um rio sagrado (especialmente o Ganges). Conhecido como um mantra sagrado, é reverenciado como a forma mais condensada do Conhecimento Divino (Veda). É governado pelo principio, Ma (Mãe) Gayatri, também conhecido como Veda Mata (ou ‘Mãe dos Vedas’) e está intimamente associado à deusa do aprendizado e da iluminação, Saraswati.“Om! Terra, Universo, Galáxias (invocação aos três mundos). “Que nós alcancemos a excelente glória de Savitr (Deus).Que ele estimule os nossos pensamentos/meditações.
O Poder Vibratório do Mantra nos Processos de Cura
Mantra significa instrumento do pensamento. Os sons mântricos são os melhores meios para limpar a mente e desintegrar os condicionamentos, pois são forças criativas que agem diretamente sobre a consciência.Ao pronunciar o mantra, a mente que estava espalhada em todas as direções, se concentra numa única direção, focada num ponto localizado no centro do coração. E desse ponto emana um raio de paz iluminando o mundo inteiro.
Os sons poluídos do mundo de hoje saturam a alma de medo, ansiedade e violência. Oitenta por cento das doenças de hoje são psicossomáticas, causadas pela desagregação sonora do mundo moderno.
O subconsciente fica hipnotizado pelo medo e a vida se torna um espaço estreito, dominado pela angústia, baseado no esquecimento da sabedoria intuitiva.
Os mantras são armas poderosas de uma nova medicina vibratória que cura não só a alma mas o corpo. Uma sílaba sendo repetida há milhares de anos, cantada por milhares de pessoas, sem dúvida, um mantra é impregnado de fortes poderes e cria um fortíssimo campo energético, que se espalham pelos corpos do indivíduo: Físico, etéreo, mental e causal. Essas ondas de vibrações se fazem sentir principalmente no cérebro fazendo vibrar as glândulas pineal e Hipófise que controlam inúmeros hormônios necessários à saúde. A medida que essa vibração se sutiliza alcança lugares no corpo que os remédios não conseguem alcançar, promovendo assim harmonia e bem-estar. Quanto maior a articulação, melhor será a qualidade da comunicação e este processo depende da evolução de cada um. Uma gota d'água perdida quando se encontra com o oceano adquire o poder do oceano.
A recitação do mantra proporciona os seguintes efeitos.
- Libera energias adormecidas.
- Induz a mente a níveis de mais alta vibração e com isto a perceptividades, abertura e expansão.
- Unifica a consciência, intensificando a atenção mental.
- Desencadeia um conhecimento mais além do conhecimento conceptual.
- Fortalece a capacidade de concentração.
- Facilita a interiorização.
- Deixa impressões positivas no subconsciente.
- Recria estados anímicos de serenidade e equanimidade, satisfação e prazer.
- Descontrai os músculos e os nervos.
sábado, 14 de maio de 2011
SÉTIMO CHAKRA
SÉTIMO CHAKRA - GLÂNDULAS ENDÓCRINAS PITUITÁRIA, PINEAL.
Descrição — Origem do sétimo corpo, controla o cérebro e todos os outros chakras. O sétimo chakra é o centro da consciência pura, fonte incondicional do manifesto e do não-manifesto. A polaridade é a de ser ou não-ser; transcendê-la significa estar além, Sabedoria Suprema.
Disfunção — Doença no cérebro, distúrbios psicológicos e distúrbios no sistema endócrino.
Aspectos psicológicos — nenhum.
SEXTO CHAKRA
SEXTO CHAKRA - GLÂNDULAS ENDÓCRINAS — PINEAL, PITUITÁRIA.
Descrição — Origem do corpo cósmico, controla os olhos, o nariz, o cérebro inferior, o sistema endócrino e o sistema nervoso. O sexto chakra é o centro da inteligência ou da mente sutil. Tem a capacidade de penetrar no véu da ilusão que é a fonte de nossos problemas. Esse centro tem a polaridade da criação e da destruição; transcendê-lo significa testemunhar a consciência.
Disfunção — Cegueira, dores de cabeça, resfriados, alergias e distúrbios no sistema endócrino.
Aspectos psicológicos — A primeira orientação é a mente perspicaz, inteligência e discernimento.
A segunda orientação é a mente embotada, lenta, falta de discernimento, e possivelmente tendências psicóticas ou distúrbios psicológicos.
QUINTO CHAKRA
QUINTO CHAKRA - GLÂNDULAS ENDÓCRINAS — TIREÓIDE, PARATIREÓIDE.
Descrição — Origem do corpo espiritual, controla a área da garganta e das cordas vocais. O quinto chakra é o centro da expressão e da purificação. Sua polaridade é vida e morte; transcender a vida e a morte é conhecer o eu imortal ou espiritual, ainda que como uma consciência individualizada. Disfunção — Dores de garganta, resfriados, problemas no pescoço e distúrbios na tireóide.
Aspectos psicológicos — A primeira orientação é a capacidade de expressar idéias e de se comunicar com clareza com os outros. Respostas espontâneas a pessoas e situações, uma falta de medo em geral.
A segunda orientação é a inabilidade para se expressar bem. Reprimir emoções nesse centro resulta em ser retraído. Medo de se expor, falta de espontaneidade. A personalidade é incapaz de se expandir no trabalho ou na vida, e incapaz de ter novas idéias. Em geral, pessoa medrosa.
QUARTO CHAKRA
QUARTO CHAKRA - GLÂNDULAS ENDÓCRINAS — TIMO.
Descrição — Origem do corpo mental, o centro do amor. Esse chakra controla os sistemas circulatório e respiratório. Sua polaridade é o fluxo e o refluxo dos pensamentos na consciência. Ao transcender essa polaridade, transcendemos a mente ou o pensamento, e o resultado é amor divino.
Disfunção — Asma, pressão alta, doença no coração, doenças pulmonares e doenças infantis.
Aspectos psicológicos — A primeira orientação é amar os outros. Em geral é pessoa disposta a dar, compartilhar. É sentimental e emotiva, ainda que tranqüila e capaz de expressar essas qualidades com facilidade. O amoré dirigido às pessoas, aos animais e à natureza, mas talvez não a si mesma. Relaciona-se bem com as pessoas, mas pode não estar ancorada na realidade física; a orientação é voltada para a aceitação dos outros.
A segunda orientação é a falta de amor por si mesma, e de estar afastada dos outros. A pessoa pode relacionar-se, mas sem a qualidade do amor. Em geral, uma infância sofrida impede que ela receba ou demonstre amor, bem como ativa aquela dor. Ela pode ser também desumana e fria.
TERCEIRO CHAKRA
TERCEIRO CHAKRA - GLÂNDULAS ENDÓCRINAS SUPRA-RENAIS, BAÇO, PÂNCREAS.
Descrição — Origem do corpo astral, centro da consciência individualizada, ou ego. Controla a
digestão e a absorção dos alimentos. Controla também a maioria de nossos órgãos internos abaixo do diafragma e a temperatura do corpo. O terceiro chakra é um depósito de prana. Sua polaridade é poder: poderoso ou impotente (por vezes denominado "magnetismo pessoal"). Quando transcendemos essa polaridade o resultado é a paz.
Disfunção — Diabetes, hipoglicemia, úlceras, doenças no fígado, problemas no estômago, perturbações digestivas, baixa vitalidade, tensões nervosas e febres.
Aspectos psicológicos — A primeira orientação é a de uma personalidade forte e em geral a de um corpo físico robusto e cheio de vitalidade. Uma presença "magnética", pode controlar situações em benefício pessoal. Competição, natureza dominadora, sucesso pessoal e possessividade nos relacionamentos são alguns dos sinais desse centro. Repressão das emoções. Em geral, a pessoa está sob tensão ou muito tensa e tende a ser extrovertida.
A segunda orientação é esquivar-se das competições, ter o desejo de permanecer invisível sem ser notada, e a insegurança na vida e nos relacionamentos. Emocional. Em geral sob tensão, e tende a ser introvertido.
SEGUNDO CHAKRA
SEGUNDO CHAKRA - GLÂNDULAS ENDÓCRINAS — OVÁRIOS E TESTÍCULOS.
Descrição — Origem do corpo etérico. Controla os órgãos sexuais e o sistema excretor. Area de armazenamento do prana. O segundo chakra é o centro de influências, dos sentimentos, da sexualidade, do amor e do ódio. Sua polaridade é a de atração/repulsão, gostar/desgostar. Transcender esse chakra equivale a ultrapassar as preferências, ou aquilo de que se gosta ou desgosta. Disfunção — Impotência, frigidez, dificuldades sexuais ou doenças sexuais de origem psicológica, problemas nos rins, problemas nas costas e distúrbios intestinais.
Aspectos psicológicos — A primeira orientação diz respeito às relações sexuais, aos relacionamentos e ao poder pessoal. O sentimento é o foco principal na vida. Uma necessidade de ser amado e de amar; relacionamentos são um fator principal. Se superdesenvolvidos, a tendência é a de ser extrovertido.
A segunda orientação é distanciar-se dos relacionamentos pessoais, o que em geral resulta em problemas ligados à sexualidade e ao contato físico. Falta de poder pessoal; a tendência é a de ser introvertido.
PRIMEIRO CHAKRA
Apresentamos abaixo uma relação dos aspectos psicológicos dos chakras que correspondem, do ponto de vista vibracional, a determinada camada do corpo.
PRIMEIRO CHAKRA - GLÂNDULAS ENDÓCRINAS — SUPRA-RENAIS, TESTÍCULOS.
Descrição — Fonte de vitalidade do corpo físico, da força física e do bem-estar. Controla a área genital, as pernas, a base da coluna, a pele, os ossos, e o sangue. Distribui o prana pelos chakras superiores. O primeiro chakra é o centro da sobrevivência e da reprodução, e vibra com o corpo físico. A polaridade desse chakra é a inspiração e a expiração. Transcender esse chakra significa ultrapassar os instintos animais de sobrevivência.
Disfunção — Obesidade, hemorróidas, prisão de ventre, infecções na bexiga, câncer, leucemia, doenças no sangue, problemas nas costas, problemas nas pernas, distúrbios físicos nos genitais, e distúrbios psicológicos.
Aspectos psicológicos — A primeira orientação é no sentido das necessidades materiais de casa, dinheiro, alimento e posses. A sobrevivência e a reprodução são os focos de atenção na vida. Dificuldade de dar e receber nos relacionamentos; luxúria é o aspecto do sexo nesse centro. Estável psicologicamente, relaciona-se bem com o corpo e com a realidade concreta.
A segunda orientação, em geral, está desvinculada do mundo material, da realidade concreta e do corpo físico. A pessoa tende a ser sonhadora e pode ser instável psicologicamente. Tem também dificuldade em dar e receber nos relacionamentos.
Eles, os tão falados Chakras!
São freqüentes as traduções da palavra sânscrita chakra. Uma das mais conhecidas é "roda". Essa tradução não está incorreta, mas, de certa forma, é uma definição incompleta. Uma tradução que a descreva melhor talvez seja: "uma massa de energia em turbilhão". As escrituras yogues tradicionais costumam descrever os chakras como flores de lótus com diversas pétalas representando os estados de consciência. Na cura, um chakra é um ponto de distribuição de prana.
Há inúmeras maneiras de se abordar os chakras. Cada camada do corpo ou da mente revela um determinado aspecto de um chakra. Em outras palavras, um chakra pode ser abordado no nível físico, ou no nível emocional, ou em ambos. Tradicionalmente, também seria possível abordá-lo no nível espiritual, no nível energético ou no nível mental.
O sistema da yoga admite a existência de sete chakras principais, assim determinados pela quantidade de nadis que se cruzam em determinado ponto. Em seguida, tem-se 21 chakras menores, assim classificados em função do menor número de nadis que se cruzam nesses pontos.
Qual a função do chakra? Isso depende do nível a partir do qual o abordamos; mas a definição a seguir parece ser verdadeira, enquanto o corpo físico estiver vivo. No nível físico, um chakra é uma "bomba de abastecimento" de prana. Isso significa que o chakra distribui o prana através de todo o corpo, através dos nadis. Para os dois primeiros corpos, o etérico e o físico, essa definição é de extrema importância e permanece constante.
No hatha-yoga, asanas diferentes, ou posturas físicas, são praticadas para promover a circulação do prana em diferentes nadis e chakras. Da mesma forma, a prática de controlar a respiração — pranayama faz bem à saúde e nos ajuda a controlar a mente. Se feito corretamente, pranayama mantém o prana movimentando-se livremente pelo corpo todo.
A utilização yogue dos chakras é a seguinte: saúde física, fenômenos energéticos, impressões latentes armazenadas energeticamente, poderes psíquicos, e transcender o mundo dos fenômenos. É importante não confundir os dois sistemas; é muito melhor mantê-los separados.
Cada chakra principal controla uma parte do nosso corpo e é, portanto, responsável pela vitalidade e saúde dessa região.
Há um equívoco freqüente que se comete com relação ao movimento dos chakras. Os chakras absorvem e distribuem o prana; eles geralmente estão em movimento, seja captando prana puro ou eliminando prana indesejável. Isso se manifesta como um movimento giratório. É comum o chakra girar em ambos os sentidos, e repousar entre as mudanças de sentido. Dependendo da direção em que ele gira, pode absorver ou expelir o prana. E até mesmo normal para um chakra parar por algum tempo, em geral, durante o sono ou o repouso. Na verdade, o movimento de um chakra saudável é elíptico e não circular. Isso se deve ao fato de o prana movimentar-se verticalmente no corpo.Cura Prânica
A cura prânica é uma abordagem não-violenta da saúde e qualquer pessoa pode aprendê-la. Não agride o corpo, a mente nem as emoções. Não tem nenhum sistema, nenhuma classificação e não é nociva à saúde.
Energizando o corpo, o prana o revitaliza naturalmente, deixando-o apto para lutar contra as doenças e para conservar a saúde. Esse é um método de cura tão antigo quanto a própria humanidade, um método totalmente natural para a raça humana. A cura prânica é uma abordagem holística; em outras palavras, ela revitaliza todo o organismo humano — corpo/mente/emoções. Para ser mesmo eficaz, a verdadeira cura deve trabalhar não apenas com a doença manifesta, mas com a raiz do problema.
Vida!
“O fogo arde pelo Prana;
a água corre pelo Prana;
o vento sopra pelo Prana;
o sol existe pelo Prana;
a vida que temos é Prana.
Nada poderia existir no Universo sem Prana.
Não poderia nascer o insecto mais insignificante,
nem brotar a mais tímida florzinha.
O Prana existe no alimento que comemos,
no ar que respiramos, na água que bebemos;
em tudo.”
a água corre pelo Prana;
o vento sopra pelo Prana;
o sol existe pelo Prana;
a vida que temos é Prana.
Nada poderia existir no Universo sem Prana.
Não poderia nascer o insecto mais insignificante,
nem brotar a mais tímida florzinha.
O Prana existe no alimento que comemos,
no ar que respiramos, na água que bebemos;
em tudo.”
ainda sobre o Prana...
O termo prana vem do sânscrito; significa antes (pra) da respiração (ana).3 O prana é neutro; é pura energia, sem quaisquer qualidades. Essa energia pura pode adquirir qualquer qualidade sem perder sua pureza; é o que ocorre conosco, por exemplo, quando vestimos nossas roupas: ao fazê-lo, nós nos adaptamos a um modo de vestir, mas, ainda assim, continuamos sendo a mesma pessoa.
Tradicionalmente, a yoga ensina que existem cinco tipos de prana no corpo: o prana, o apana, o samana, o udana e o vyana.
Existe também o Prana cósmico que a tudo permeia, e que é a fonte dos cinco pranas confinados ao corpo, cada qual com uma função específica. Dos cinco pranas do corpo, em geral se admite que o prana e o apana são os mais importantes. O prana repousa no coração e na cabeça; o apana repousa na base da coluna e é conhecido como a "respiração para baixo". Juntos, o prana e o apana formam a polaridade da respiração. Essas duas forças são, na verdade, o que dá força à respiração. O prana é o aspecto solar (masculino) e o apana, o aspecto lunar (feminino). Dos outros pranas, o samana repousa na região do umbigo e é conhecido como a "respiração para cima"; o udana concentra-se na garganta porém move-se para cima e para baixo no corpo todo; e o vyana se espalha pelo corpo todo, mantendo-o unido.
Prana é Vida!
Do eu nasceu o prana. Assim como pode haver sombra quando ali está um homem, assim o prana está preso ao eu. Ele chega ao corpo devido às ações da mente.
Prasna Upanishad III.3
Prana é a energia fundamental que vitaliza tudo no universo. É, em última análise, a energia da consciência propriamente dita, responsável por todos os movimentos neste mundo consciente.
Os sistemas naturalistas de medicina baseiam-se na compreensão da energia vital e de como mantê-la em equilíbrio.
A cura prânica também está relacionada com o sistema da yoga. Esta não é apenas um sistema de exercícios, ou mesmo de meditação. E uma forma de trabalhar com as energias sutis do corpo e da mente, e a principal delas é o prana. A ciência yogue Pranayama e seus diversos exercícios de respiração baseiam-se na compreensão do prana e das maneiras de trabalhar com ele. Sem um desenvolvimento do prana não podemos avançar muito em qualquer caminho yogue, pois nos faltará a vitalidade necessária para percorrê-lo.
É possível, além do mais, usar o prana de forma direta, com objetivos de cura, seja em conjunto com outros veículos de prana, como os alimentos ou as ervas, ou sozinho. Podemos aprender a projetar a força do prana para curar a nós mesmos ou às outras pessoas. Existem inúmeras formas de trabalho direto com o prana, tais com o pranayama (exercícios de respiração). Pode-se projetar diretamente a energia da respiração, usando opoder da mente, em particular por meio da visualização. Onde quer que concentremos nossa atenção, estaremos também colocando algum aspecto de nosso prana ou vitalidade. Quanto maior nossa concentração, maior o poder do prana de que podemos dispor. Os terapeutas corporais sabem da importância de regular sua respiração, paralelamente ao tratamento do paciente, pois isso garante um fluxo mais positivo de energia de cura.
Às vezes o primeiro contato com o yoga (ásanas, meditação, respiração) sejam desconfortáveis pois estaremos mexendo com energias estagnadas e o ideal é que isto aconteça pois estaremos alterando hábitos energéticos do nosso corpo. Ao longo dos anos, nosso corpo desenvolve hábitos, assim como ocorre com nossa mente. Alguns desses hábitos são bons e outros são maus.
O prana é a energia vital do universo. Os seres estão vivos devido ao prana. As tradições apresentam nomes diversos para o prana: força vital, ki, chi, orgônio, e simplesmente "energia". Embora muitas vezes entendido como respiração, prana não é respiração; o prana cavalga na respiração, mas é diferente da res-piração. O prana penetra no corpo e sai dele seguindo o movimento da respiração. Tal é a natureza do prana: movimento.
Mude!
"Sempre que pensamos em mudar queremos tudo o mais rápido possível. Não tenha pressa pois as pequenas mudanças são as que mais importam. Por isso, não tenha medo de mudar lentamente, tenha medo de ficar parado."
Provérbio Chinês
Provérbio Chinês
Sem idade, sem obstáculos!
A instrutora de ioga australiana Bette Calman, de 83 anos, diz ser mais flexível hoje do que há 50 anos, graças à técnica.
A octogenária consegue fazer todas as posturas consideradas difíceis, como sustentar o corpo na posição horizontal com as mãos e na vertical com a cabeça.
A instrutora, que foi uma das primeiras a introduzir a antiga prática indiana na Austrália nos anos 50, tem estudado e ensinado ioga há 40 anos no país e disse à BBC Brasil que os movimentos ficam cada vez mais fáceis.
"Nunca se está velho demais para a ioga", disse ela, "o corpo pode se alongar cada vez mais".
Calman, natural de Sydney mas que vive há oito anos em Willianstown, no Estado de Victoria, sul do país, confessou nunca ter precisado de remédio ou antibiótico e atribui o mérito à prática.
Mesmo com todos os anos de dedicação, a instrutora lamenta que o marido nunca tenha praticado como ela. No entanto, a filha Susan seguiu os passos da mãe e abriu uma escola de ioga há quase uma década.
"Eu continuo a dar aulas lá, ao menos 11 vezes por semana", disse ela, que se orgulha do netinho de três anos também ter começado a prática.
"Cada vez que faço ioga é como se eu estivesse num conto de fadas. Esse é um exercício devagar, que ajuda fisicamente, emocionalmente, espiritualmente. É bom para ser praticado nos dias de hoje, onde todo mundo está sempre correndo e estressado. Mas não é todo mundo que consegue relaxar", disse ela.
A autora de três livros sobre Ioga, incluindo um chamado Ioga para artrite, impressiona o genro, Richard MacRae: "Quem diria que ela ficaria tão famosa devido a ioga", disse ele. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
A octogenária consegue fazer todas as posturas consideradas difíceis, como sustentar o corpo na posição horizontal com as mãos e na vertical com a cabeça.
A instrutora, que foi uma das primeiras a introduzir a antiga prática indiana na Austrália nos anos 50, tem estudado e ensinado ioga há 40 anos no país e disse à BBC Brasil que os movimentos ficam cada vez mais fáceis.
"Nunca se está velho demais para a ioga", disse ela, "o corpo pode se alongar cada vez mais".
Calman, natural de Sydney mas que vive há oito anos em Willianstown, no Estado de Victoria, sul do país, confessou nunca ter precisado de remédio ou antibiótico e atribui o mérito à prática.
Mesmo com todos os anos de dedicação, a instrutora lamenta que o marido nunca tenha praticado como ela. No entanto, a filha Susan seguiu os passos da mãe e abriu uma escola de ioga há quase uma década.
"Eu continuo a dar aulas lá, ao menos 11 vezes por semana", disse ela, que se orgulha do netinho de três anos também ter começado a prática.
"Cada vez que faço ioga é como se eu estivesse num conto de fadas. Esse é um exercício devagar, que ajuda fisicamente, emocionalmente, espiritualmente. É bom para ser praticado nos dias de hoje, onde todo mundo está sempre correndo e estressado. Mas não é todo mundo que consegue relaxar", disse ela.
A autora de três livros sobre Ioga, incluindo um chamado Ioga para artrite, impressiona o genro, Richard MacRae: "Quem diria que ela ficaria tão famosa devido a ioga", disse ele. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
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