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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Você já ouviu alguma vez falar de livre-arbítrio?


Livre-arbítrio quer dizer livre escolha, livre opção.

Em todas as situações da vida, sempre temos duas ou mais possibilidades para escolher.

E a cada momento a vida nos exige decisão. Sempre temos que optar entre uma ou outra atitude.

Desde que abrimos os olhos, pela manhã, estamos optando entre uma atitude ou outra.
Ao ouvir o despertador, podemos escolher entre abrir a boca para lamentar
por não ser nosso dia de folga ou para agradecer
a Deus por mais um dia de oportunidades, no corpo físico.

Ao encontrarmos o nosso familiar que acaba de se levantar, podemos resmungar qualquer coisa,
ficar calado, ou desejar, do fundo da alma, um bom dia.

Quando chegamos ao local de trabalho, podemos optar entre ficar de bem com todos
ou buscar o isolamento, ou, ainda, contaminar o ambiente com mau humor.

Conta um médico, que trata de pacientes com câncer, que as atitudes
das pessoas variam muito, mesmo em situações parecidas.

Diz ele que duas de suas pacientes, quase da mesma idade, tiveram que extirpar
um seio por causa da doença. Uma delas ficou feliz por continuar viva
e poder brincar com os netos, a outra optou por lamentar pelo seio que havia perdido,
embora também tivesse os netos para se distrair.

Quando alguém o ofende, você pode escolher por revidar, calar-se ou oferecer
o tratamento oposto. A decisão sempre é sua.

O que vale ressaltar é que todas as ações terão uma reação correspondente,
como conseqüência. E essa ação é de nossa total responsabilidade.

Jesus ensinou que a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.

Pois bem, nós estamos semeando e colhendo o tempo todo. Se semeamos sementes de flores,
colhemos flores; se plantamos espinheiros, colheremos espinhos. Não há outra saída.

Mas o que importa mesmo é saber que a opção é nossa. Somos livres para escolher,
antes de semear. Aí é que está a justiça divina.

Mesmo as semeaduras que demoram bastante tempo para germinar,
um dia terão seus frutos. São aqueles atos praticados no anonimato, na surdina,
que aparentemente ficam impunes. Um dia eles aparecerão e reclamarão colheita.

Igualmente, os atos de renúncia, de tolerância, de benevolência, que tantas vezes parecem
não dar resultados, um dia florescerão e darão bons frutos e perfume agradável.
É só deixar nas mãos do jardineiro divino, a quem chamamos de Criador.

A hora seguinte será o reflexo da hora atual.

O dia de amanhã trará os resultados do dia de hoje.

É assim que vamos construindo a nossa felicidade ou a nossa desdita,
de acordo com a nossa livre escolha, com nosso livre-arbítrio.
(Autor Desconhecido)

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